A Revolut está sob escrutínio em Portugal após um sindicato que representa trabalhadores do setor de serviços acusar o banco digital de impor métricas de produtividade "irrealistas" e pressionar os funcionários. O Sindicato dos Trabalhadores em Grandes Superfícies, Armazéns e Serviços (STGSSP) relatou várias queixas dos funcionários portugueses da Revolut, alegando stress excessivo e tentativas de mudar categorias profissionais, bem como potenciais cortes nas operações de apoio.
A Revolut, que emprega cerca de 1.200 pessoas em Portugal, insiste que cumpre integralmente a legislação laboral, chamando o país de um mercado "estratégico" e enfatizando que os padrões de produtividade são consistentes, transparentes e inalterados em todas as suas operações globais. A empresa também destacou o seu compromisso com a diversidade, colaboração e desenvolvimento de talentos.
O sindicato afirma que a atividade sindical tem sido obstaculizada nas instalações da Revolut em Matosinhos, levando à intervenção da polícia. Uma reunião de conciliação entre a Revolut e o STGSSP está agendada para 12 de janeiro no Porto, com o sindicato a enfatizar que não aceitará práticas que priorizam o lucro em detrimento do bem-estar dos funcionários.