O Grupo DST, com sede em Braga e propriedade da família Teixeira (classificada como a 35ª mais rica em Portugal pela Forbes, com uma fortuna de €398M), está a fazer um investimento notável no setor da construção. Estão a financiar integralmente o doutoramento da sua Gestora de Inovação, Sara Costa, na Universidade do Minho. A sua pesquisa é sobre a industrialização da construção, focando na produtividade, competências e como as organizações mudam num setor que geralmente resiste a isso.
A DST, que conta com mais de 2.000 trabalhadores (30% são mulheres) e já emprega 10 pessoas com doutoramento, afirma que a industrialização altera processos, modelos de negócios, culturas empresariais e maneiras de pensar. O grupo tem um volume de negócios de €700M e um EBITDA de €80M. Vêem a formação avançada, a pesquisa e as patentes como formas de impulsionar a inovação, a produtividade e os salários no setor da construção em Portugal.
O Presidente da DST, José Teixeira, afirma que há uma necessidade de mais doutoramentos nas empresas e publicações científicas para realmente mudar o setor.