Portugal atingiu um marco histórico na sua jornada tecnológica. De acordo com o Índice de Patentes da OEP 2025, Portugal (agora conhecido como o Painel de Tecnologia), o país submeteu um número recorde de 368 pedidos de patente no ano passado. Isso representa um aumento de 6,1% em relação a 2024 e confirma que a inovação portuguesa mais do que duplicou desde 2016.
Este aumento reflete uma tendência mais ampla de crescimento da inovação em Portugal em 2026, onde os inventores locais estão cada vez mais a procurar proteger a sua propriedade intelectual a nível global.
Centros de Inovação Chave: TI e Tecnologia Médica
Pelo quarto ano consecutivo, a Tecnologias da Informação mantém-se como a força motriz da criatividade portuguesa.
Esta evolução constante é um tema frequente em atualizações de notícias de tecnologia, uma vez que as empresas locais continuam a ultrapassar limites.
- Tecnologia da Informação: 39 patentes (+2,6% de crescimento), mantendo a sua posição #1.
- Tecnologia Médica: Um enorme aumento de 32%, atingindo 33 patentes.
- Transporte & Biotecnologia: Ambos os setores submeteram 21 patentes cada, com o Transporte a ver um aumento impressionante de 50% ano a ano.
Os Principais Atores: Quem Está a Liderar a Carga?
O recorde de patentes de Portugal em 2025 foi impulsionado por uma mistura saudável de empresas privadas e instituições académicas.
Os três principais contribuidores incluem:
- OPRIMEE: Soluções de Engenharia de Design de Inovação (26 pedidos).
- NOS Inovação: O líder em telecomunicações (18 pedidos).
- INESC TEC: O instituto de pesquisa baseado no Porto (14 pedidos).
Como devs.com.pt reportou recentemente, esta diversidade regional é essencial para o crescimento das empresas digitais em todo o território, garantindo que a inovação não está apenas concentrada na capital.
Contexto Global e Soberania Tecnológica
A nível global, o Escritório Europeu de Patentes (OEP) recebeu mais de 200.000 pedidos pela primeira vez na história. António Campinos, Presidente do OEP, assinalou que estes números provam a atratividade da Europa como mercado tecnológico. Ele enfatizou que, para a Europa continuar competitiva, o foco deve permanecer em setores estratégicos como Inteligência Artificial, semicondutores e tecnologias quânticas.
O desempenho recorde de Portugal prova que o país já não é um prestador de serviços, mas sim um criador de tecnologia de alto valor.
Para ver como estas inovações estão a impactar o ecossistema startup português ou para encontrar mais notícias da indústria de TI, visite o site devs.com.pt.