A empresa sueca de telecomunicações já cortou cerca de 5.000 empregos no último ano e antecipa mais reduções, mencionou Ekholm numa chamada reportada pela Reuters.
No início deste ano, a Ericsson anunciou que iria cortar até 1.600 empregos na Suécia e começou conversações com os sindicatos. A empresa afirmou que estes cortes são necessários para se manter competitiva a longo prazo.
Apesar da fraca procura por parte das empresas de telecomunicações e da redução dos gastos em 5G, a Ericsson tem mantido a rentabilidade através de cortes de custos e melhores margens. Eles têm cortado pessoal nos últimos três anos porque os gastos das operadoras em 5G não corresponderam às expectativas, e questões comerciais globais, como as tarifas dos EUA, afetaram a indústria.
Em 2023, a Ericsson anunciou um plano para cortar 8.500 empregos globalmente, cerca de 8% da sua força de trabalho. Desde então, houve despedimentos adicionais em países como Espanha e Canadá.
A redução contínua da Ericsson faz parte de uma tendência maior, com empresas como Meta, Amazon, BlackRock e Citigroup também a anunciarem cortes de empregos para controlar custos e ajustar-se ao crescimento mais lento.