O que começou como três colegas de universidade no Porto a explorar uma ideia transformou-se na Smartex.ai — uma startup que utiliza câmaras com tecnologia de IA para detetar defeitos em tecidos em tempo real. O objetivo? Cortar o desperdício têxtil numa indústria que perde até 10% da produção devido a falhas e que está entre os maiores poluidores do mundo. Fundada em 2018 por Gilberto Loureiro, António Rocha e Paulo Ribeiro, a Smartex conta agora com quase 100 clientes — incluindo H&M, Gucci e Balenciaga — e gera cerca de 3 milhões de euros em receita anual. Investidores como Tony Fadell, o “padrinho” do iPod da Apple, apoiaram a empresa, ajudando-a a arrecadar cerca de 40 milhões de euros. Com operações em 10 mercados, da Turquia a Bangladeche, a Smartex está a escalar rapidamente. A sua IA para os teares no momento em que aparecem defeitos, economizando água, produtos químicos e energia — e pagando a si mesma em poucos meses. A ambição de Loureiro não é apenas alcançar o status de unicórnio: “Se lá chegarmos, significa que estamos no caminho certo. O que realmente queremos é mudar toda uma indústria.”
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