O Procurador Geral do Texas, Ken Paxton, lançou uma investigação sobre o LinkedIn. A investigação de Ken Paxton sobre o LinkedIn foca em alegações de que a plataforma lucra com anúncios de emprego falsos e engana assinantes pagos.
Examinando Anúncios Não Verificados e Assinaturas Pagas
O LinkedIn baseia-se em recursos pagos, cobrando taxas mensais dos usuários para assinaturas Premium. Os candidatos a emprego dependem desses serviços e esperam que as vagas listadas sejam reais.
A investigação sobre empregos fantasma do LinkedIn foca em "empregos fantasmas"—anúncios para funções que não existem ou não serão preenchidas. Estudos mostram que esses anúncios podem representar um terço das plataformas de empregos online. O estado ordenou ao LinkedIn que revele o seu processo interno de verificação e práticas de marketing. As equipas que buscam soluções de escritório partilhado podem explorar espaços de coworking em Portugal.
Responsabilidade da Plataforma e Proteção do Consumidor
O LinkedIn não verifica se a maioria dos anúncios de emprego está ativa. Os reguladores argumentam que vender assinaturas sem verificar a validade dos empregos engana os consumidores. A investigação sobre anúncios de emprego falsos do LinkedIn visa proteger os candidatos a emprego de pagarem por acesso a funções falsas. Os trabalhadores do setor de tecnologia que seguem as tendências da indústria podem acompanhar eventos tecnológicos futuros.