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Licença de Cripto SIBS Portugal: Definancy Atrasada pelo Banco de Portugal

A implementação de novas regulamentações europeias de ativos virtuais criou um período de transição crítica para os fornecedores de fintechs portugueses. Um exemplo claro deste estrangulamento regulatório envolve a Definancy, uma fintech de cripto adquirida em 2024 pela Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), proprietária do Multibanco.

Regulamentação de Cripto do Banco de Portugal e a Suspensão da Licença da Definancy

Após a entrada em vigor da legislação da UE atualizada, a Definancy foi forçada a reenviar o seu dossiê de licenciamento operacional ao Banco de Portugal (Banco de Portugal - BdP). Apesar do apoio da SIBS, o processo regulatório da empresa tem estado em espera desde junho, deixando os seus serviços de ativos virtuais temporariamente bloqueados.

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Navegar no quadro em evolução para uma licença de cripto SIBS Portugal requer o cumprimento de normas rigorosas de capital, segurança e governança sob a regulamentação de cripto do Banco de Portugal. Mantenha-se atualizado sobre os desenvolvimentos de mercado lendo as últimas notícias de tecnologia.

Fatores Chave que Impactam os Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais Portugueses

A transição regulatória criou atrasos operacionais generalizados em todo o ecossistema local de ativos digitais, principalmente devido a prazos apertados de conformidade.

Principais Fatores por Trás dos Atrasos no Mercado

  • Janela de Transição Estreita: Os prestadores de serviços locais enfrentaram um cronograma muito curto entre a publicação da lei de implementação portuguesa em dezembro e o final do período de transição da UE.
  • Requisitos de Re-Licenciamento: As entidades que buscam aprovação como um Prestador de Serviços de Ativos Virtuais da SIBS devem passar por auditorias abrangentes cobrindo protocolos de AML/CFT e presença física.
  • Impacto Generalizado no Setor: A Definancy é uma de muitas empresas de fintech portuguesas apanhadas na fila de supervisão aguardando luzes verdes finais.

Esta mudança regulatória está a alterar significativamente a estratégia operacional de muitas empresas de tecnologia em crescimento que operam no setor financeiro ibérico.