O gigante de software dos EUA SAS Institute está a retirar-se da China, pondo fim a mais de duas décadas de operações em meio a competição interna e tensões geopolíticas. A empresa dispensou cerca de 400 empregados, informando-os por e-mail e uma breve videochamada, citando “otimização organizacional.” Os funcionários afetados receberam uma compensação que incluía um mês de salário por ano de serviço, dois meses de salário extra, bónus anual e pagamento até ao final do ano, com acordos de separação a expirar a 14 de novembro.
A SAS, com sede em Cary, Carolina do Norte, entrou na China em 1999 e abriu um centro de P&D e suporte em Pequim em 2005. A empresa foi reconhecida como “Top Employer” na China durante 17 anos consecutivos. Embora as operações diretas estejam a terminar, a SAS planeia manter uma presença através de parceiros terceiros.
A saída espelha os movimentos de outras empresas de tecnologia dos EUA na China: Dell, Micron e IBM reduziram ou encerraram operações locais em meio a uma fraca procura e reestruturação global. Os escritórios da SAS em Xangai e Cantão estão agora em grande parte vazios, marcando o fim da sua presença direta no continente.