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Investigadores Protestam em Lisboa por Melhores Contratos

Dezenas de investigadores reuniram-se hoje em frente ao Centro de Congressos de Lisboa. Estão a exigir o fim das bolsas temporárias e dos contratos a curto prazo.

A manifestação decorreu durante o Encontro de Ciência e Inovação 2026. Os manifestantes expressaram-se à medida que os responsáveis governamentais chegavam para a cerimónia de abertura. Esta demonstração destaca o movimento de protesto dos investigadores de Lisboa em relação ao emprego precário 2026 nas universidades portuguesas.

Mais de 8.000 Detentores de Bolsas Carecem de Segurança no Emprego

Muitos trabalhadores académicos em Portugal vivem com constante incerteza profissional. Mais de 8.000 detentores de bolsas ainda trabalham sem contratos de trabalho permanentes.

O governo aprovou novas leis no ano passado para resolver esta questão, mas os investigadores afirmam que nada mudou na prática. Enquanto os cientistas portugueses exigem melhores condições de trabalho académico, os sindicatos estão a pressionar pela integração imediata de contratos e benefícios completos, como licença médica e pensões.

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Encontro Nacional de Ciência em Análise

A conferência de dois dias é a primeira organizada pela Agência de Investigação e Inovação (AI²). Esta nova agência combina a FCT e a ANI.

Os manifestantes levaram a mensagem da precariedade do contrato de investigação da FCT diretamente aos principais responsáveis políticos. Enquanto os responsáveis discutiam planos futuros de inovação, os investigadores deixaram claro que o verdadeiro progresso requer estabilidade básica no emprego.

Para quem acompanha as mudanças de políticas no academia, consultar notícias locais fornece uma visão clara. Investigadores que consideram opções no setor privado também podem explorar empresas ativas a recrutar talento tecnológico em Portugal.