A Meta planeia lançar um novo negócio de infraestrutura em nuvem. O gigante tecnológico venderá o seu poder computacional excedente diretamente a empresas externas.
A estratégia inclui a criação de um serviço "neocloud". O anúncio fez com que as ações da Meta subissem quase 6%.
Esta movimentação coloca a empresa-mãe do Facebook em concorrência direta com gigantes da nuvem estabelecidos. A Meta enfrentará agora a Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud.
Monetização da Infraestrutura das Grandes Tecnológicas
Nos últimos anos, Meta investiu bilhões de dólares em centros de dados de alta qualidade. A empresa comprou quantidades massivas de hardware para treinar os seus próprios modelos de inteligência artificial.
Agora, a empresa quer maximizar o retorno sobre esse investimento. Através da sua nova divisão de infraestrutura Meta Compute AI, começará a vender capacidade computacional de IA excedente.
Esta configuração permite que desenvolvedores externos construam software sem comprar hardware caro. Alugar capacidade bruta de GPU dos sistemas Meta oferece uma alternativa flexível e escalável para pequenas empresas tecnológicas.
Mudança nos Ecossistemas Empresariais
Entrar no mercado da nuvem altera completamente o modelo de negócio tradicional da Meta. A empresa está a passar de um gigante das redes sociais impulsionado por anúncios para um fornecedor de infraestrutura central.
Gerir estes enormes clusters computacionais requer equipas de engenharia altamente especializadas. Para os desenvolvedores de software que procuram mudar para funções de gestão de infraestrutura e clusters, explorar os novos empregos tecnológicos oferece uma visão clara das competências das empresas estão a recrutar. Para acompanhar como o poder computacional bruto muda a engenharia de software e manter-se atualizado com as últimas mudanças na indústria, pode consultar as novas publicações nonoticiário tecnológico.