O governo português anunciou uma nova fase de desenvolvimento significativa para Amália—o modelo de inteligência artificial produzido no país. O assistente está a expandir-se para ler, ouvir e ver texto, voz e imagens, como destacado em notícias recentes do setor.
Inteligência artificial portuguesa para serviços governamentais
Uma parte fundamental deste lançamento envolve a colocação do protótipo de IA em balcões de serviço público. Ao integrar Amália em secretarias administrativas, o estado visa agilizar a assistência ao cidadão e criar empregos tecnológicos especializados.
Para impulsionar esta fase de formação, a iniciativa depende de:
- Arquivos Culturais: Utilizando conjuntos de dados de bibliotecas nacionais, arquivos de filmes e museus.
- Colaboração com Media: Trabalhando com organizações de notícias para garantir acesso compensado a arquivos.
- Apoio Financeiro: Utilizando financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para aumentar a independência tecnológica nacional.
Escalonando assistentes de IA na administração pública em Portugal
Desenvolvido por universidades e instituições de pesquisa de ponta em Portugal, Amália marca um grande avanço na soberania digital nacional. Quer os cidadãos interajam com balcões públicos ou portais digitais, esta ferramenta nativa garante que a língua e a cultura do português europeu estejam totalmente protegidas na tecnologia moderna.