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A startup portuguesa Framedrop encerra após quatro anos

A Framedrop, uma startup de media e tecnologia que transforma vídeos longos em pequenos clipes, anunciou o seu encerramento. O co-fundador Mário Tarouca destacou que a decisão foi tomada de forma responsável, com todas as indemnizações pagas e contratos honrados.

Apesar do rápido crescimento — triplicando o ARR em menos de um ano, trabalhando com os três principais grupos de media de Portugal, abrindo mais de 80 oportunidades de negócios no estrangeiro, e dobrando a equipa para 14 — a empresa enfrentou um desafio crítico: um desalinhamento entre os ciclos de vendas e o timing de financiamento. Continuar sem financiamento garantido teria aumentado o risco para a equipa e o negócio.

Tarouca reflete sobre o impacto emocional: “A questão do ‘e se’ permanece sempre,” mas enfatiza a abordagem centrada nas pessoas, notando que a equipa rapidamente recebeu novas oportunidades de emprego graças a referências e networking.

Olhando para o futuro, o foco está em dar um passo atrás após quatro anos intensos, reorganizar-se e considerar os passos futuros.